ERP, backoffice e emissão fiscal
ERP sob medida e integração fiscal
ERP de prateleira resolve os primeiros anos de qualquer empresa. Depois disso ele começa a cobrar caro por usuário, a não abrir o dado que você precisa e a exigir que a operação se adapte a ele. É aí que sob medida passa a ser mais barato que assinar.
Se algum destes é o seu dia, a gente já viu.
Não é lista genérica de dor. É o que aparece na primeira reunião com quem opera neste setor.
- Custo por usuário que cresce mais rápido que a operação
- Relatório que existe no sistema, mas nunca do jeito que você precisa
- Emissão de nota em um sistema e venda em outro, conferidas à mão
- Integração que o fornecedor cobra caro ou simplesmente não abre
- Processo da empresa distorcido para caber no que o software permite
O que construímos
Os módulos que este setor sempre pede.
Emissão fiscal integrada
NF-e e NFS-e emitidas a partir da própria operação, com contingência e reenvio tratados. Nota fiscal é onde projetos atrasam, então isso entra no escopo desde o diagnóstico.
Estoque e compras
Entrada, saída, inventário e sugestão de compra com a regra de reposição que você já usa na prática — inclusive as exceções por fornecedor.
Financeiro e conciliação
Contas a pagar e receber, fluxo de caixa e conciliação bancária automática. O fechamento deixa de ser um mutirão de fim de mês.
Relatório do jeito que você olha
Os indicadores que a sua diretoria realmente acompanha, no recorte que ela usa. Sem exportar para o Excel para depois montar o relatório de verdade.
Migração sem parar a operação
Rodamos em paralelo com o sistema antigo até os números baterem. Virada de ERP é a operação mais arriscada de todas — ela merece plano, não coragem.
Integrações típicas deste setor
- NF-e · NFS-e
- SPED
- Bancos e CNAB
- Pix
- E-commerce
Perguntas deste setor
As dúvidas que aparecem sempre.
- Vale mesmo a pena trocar um ERP pronto por um sob medida?
- Só quando a conta fecha. Se a assinatura anual do seu ERP já passou do custo de um projeto, ou se você paga caro por integração que não abre, sob medida se paga. Se não for o caso, a gente vai dizer para você continuar com o que tem — sistema pronto bem usado é melhor que projeto mal justificado.
- Quem cuida da parte fiscal e das regras tributárias?
- A gente constrói a integração e a emissão; a definição tributária continua com a sua contabilidade. Trabalhamos junto com o contador desde o diagnóstico, porque regra tributária errada no sistema vira problema fiscal, e essa é uma decisão que não cabe ao desenvolvedor tomar sozinho.
- É possível migrar por partes?
- Sim, e recomendamos. O caminho mais seguro é começar pelo módulo que mais dói, rodar em paralelo até os números baterem e só então migrar o próximo. Virada única de ERP inteiro é onde mais projetos falham.
Próximo passo
Conversar não custa nada.Escolher errado custa muito.
Trinta minutos com quem vai escrever o código — não com vendedor. Se a gente achar que o seu problema não precisa de software, vamos dizer isso.
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